A inovação envolve elevado risco tecnológico, sendo o financiamento fundamental para que ela ocorra, especialmente na modalidade de baixo risco ou a fundo perdido. Dessa
forma, este artigo tem como objetivo realizar uma análise bibliométrica das principais linhas de fomento à inovação voltadas a empresas no Brasil, considerando 30 publicações
nacionais entre artigos científicos, relatórios técnicos e documentos institucionais. Além da análise bibliométrica, este estudo inclui exemplos de incubadoras, benchmarks internacionais e indicadores socioambientais, oferecendo um roteiro prático para gestores de inovação. Busca-se identificar padrões, lacunas e recomendações para aprimorar o
acesso das empresas a recursos financeiros, com ênfase em ambientes colaborativos de inovação. Utilizando dados de bases como SciELO, Google Scholar e portais institucionais, o estudo quantifica a produção científica sobre o tema, detalha a atuação de atores-chave, Finep, BNDES, Sebrae, entre outros e destaca a centralidade das políticas públicas e dos ecossistemas colaborativos. Os resultados evidenciam desafios recorrentes, como fragmentação, burocracia e falta de integração prática entre pesquisa e empresa. São apresentadas recomendações aplicáveis a incubadoras e aceleradoras, ilustrando como a gestão estratégica do conhecimento pode facilitar o acesso a editais e linhas de crédito. A discussão propõe ações para fortalecer a governança colaborativa, reduzir barreiras de entrada e ampliar o impacto das políticas de inovação, em consonância com as trilhas da Conferência Anprotec 2025.